sábado, 19 de maio de 2012

Meu maior sonho

De todas as estrelas que ansiei ver/ Tu és a mais esperada,/ A mais desejada/ A mais, desde sempre, amada./ De todos os troféus que almejei conquistar,/ Tu és o mais brilhante,/ O mais vivo, o mais pulsante,/ O que contém maior riqueza.../ De todos os sonhos que planejei realizar/ És o mais sensato,/ O mais real, o mais humanizado,/ És vida, parte de mim./ De tudo o que vivi até agora/ És a revelação, a mudança, a transformação,/ És meu novo caminho,/ Meu novo mundo,/ O meu menino!

sábado, 30 de julho de 2011

A realidade

E lá vem Lilica correndo sem chão nos pés...
De repente passa Ambrosina caminhando de cabeça para baixo...
Joãozinho sobe as paredes do meu quarto com os pés cheios de lama...
Maria nada no nada e desaparece no primeiro “bum”.
E, de repente, duendes invadem o meu céu, todos atrapalhados...
As fadas apontam suas varinhas para os bichos que vivem em baixo de minha cama...
(E até hoje não descobri onde eles foram parar)
Bruxas são exterminadas pelos príncipes de reinos distantes
Que se uniram em busca de uma única princesa...
E essa princesa... não sou eu.
O arco-íris terminou em meu armário,
Não achei tesouro.
Quando a noite veio, não trouxe as estrelas.
A lua resolveu economizar energia, com tanta luz nos postes.
Vou dormir, pra tentar sonhar com a realidade.
Boa noite!

terça-feira, 19 de julho de 2011

O retorno

Mais de um ano se passou... não sem palavras, talvez sem inspiração para materializá-las aqui ou em qualquer ambiente que deixasse rastros. Foi um período encantador... a realização de sonhos deixou um leve cheiro de perfume de morango. Aroma quase afrodisíaco. A arte me mostrou novos caminhos, a Literatura me levou por lugares nunca antes navegados, o amor me provou que é preciso sabedoria... mas me faltava algo que minha ingenuidade não permitiu enxergar: meus escritos... Ah!!!!! Quantas saudades das cores e jogos presentes na pobre poesia minha de cada dia. Entretanto, é minha redenção. E precisou um buraco negro apoderar-se de minha alma para eu perceber que algo estava vazio. Aqui estou eu novamente. Pronta para me entregar ao mundo da poesia escrita... seja bem-vinda eu!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Se...

Se os seus olhos me dissessem o que quero ouvir,
A tua boca produzisse a imagem que desejo ver,
Seus ouvidos sentissem o que pretendo transmitir
E as tuas mãos ouvissem meus desejos adormecidos...

Se o calor do peito não fosse medo
E o frio na barriga não fosse angústia
Se a tontura contínua não fosse receio
E o coração acelerado não fosse amargura...

Se meus livros não tivessem ficado tão silenciosos...
E as palavras proferidas... tão sem sentido...
Se as rimas não tivessem perdido as cores,
E as estrelas não tivessem perdido o brilho...

Se essa dor não roubasse todo meu tempo
E as pessoas não conseguissem ver meu tormento,
Se o telefone tocasse de forma harmônica
E a música não tirasse minha alegria...

Se o céu se apresentasse de forma mais clara...
O ser humano se tornasse menos ridículo
E os muros diminuíssem seu tamanho
E as flores tivessem maior sentido que vigias...

Se a ternura fosse algo obrigatório,
E as paredes não escurecessem o meu dia
Se a sensibilidade estivesse em toda parte
E minhas forças surgissem em pleno dia...

Se meu corpo não possuísse necessidades,
E minha alma não tivesse tantos desejos,
Se a alegria não fosse meu refúgio,
E a liberdade estivesse além de minha prisão...

Se o não-sentido não fosse a resposta,
E minha paixão fluísse sem danos...
Se viajar não deixasse tanta saudade...
E cada retorno fosse motivo para um abraço...

Se a poesia chegasse na felicidade,
E os beijos só se realizassem com amor,
Se as pequenas luzes não me impedissem de ver a maior delas,
E as respostas existissem para acalmar...

Se as lágrimas tivessem sentido
E o espírito flutuasse mesmo com tensões...
Se meu olhar não estivesse tão perdido
E a vida não fechasse nas ilusões...

Se eu conseguisse cantar além do chuveiro,
E otimizar o meu futuro,
Lembrar sem tristeza o passado,
Cantar, sorrir, amar e ser amada...

Se eu tivesse alguém para segurar a mão
E em seu peito adormecer,
Descobrir seus maiores segredos,
E fortificar os nossos laços...
Se ele me amasse com todas as forças,
As mesmas que pra ele guardei,
Em mim ele se perdesse,
Com a mesma intensidade com que achasse...
Se nossos lábios esquecessem o tempo
E nossos corpos suados se abraçassem,
Se descobríssemos a eternidade
Em cada segundo que vivêssemos,
E o mundo desabasse
A cada toque que me envolvesse...

Se... se minhas palavras fossem profecias
E os sonhos estivessem além da magia...
Seria eu a mais feliz das criaturas

O Amor

Bastei o conhecê-lo para dele desistir...
De longe prazeroso
De perto monstruoso...

Carnívoro, com seus dentes de arrancar olhos,
Aproximou-se disfarçado
Com sua beleza incrédula
Parecendo-me um anjo desgarrado...

Ah! Quanta inocência em meu observar,
Talvez a ânsia de tanto encontrar
Aquilo que imaginei ser a essência do meu sonhar...


Mas ele continua ali ...a me olhar,
Chamando-me com seus braços longos,
Quase a me tocar...

E todos o querem, o desejam, sonham com sua presença,
E, cegos, nem percebem o quanto é cruel...

Agora o quero longe de mim,
Adeus sonhos, fantasias, idealizações...
Desse tal Amor guardo apenas lembranças,
Mesmo que recheadas de saudades....

Mary Nascimento

Recomeço...

Minha avó sempre dizia...
“O velhinho vai morrer”
E eu, mesmo já sabendo a resposta,
Sempre perguntava:
“Que velhinho vovó?”
Com um grande sorriso no rosto ela respondia:
“O ano chega ao fim”.

E assim, ao fim de cada ano,
Desejamos sempre, sempre, coisas boas,
Sentimentos bons,
Almejamos felicidade para o novo ano que surge...

É uma repetição gostosa,
Com desejos renovados.
Nossa alma transformada
Repleta de novas experiências...
Nossa mente recheada de sonhos...

É maravilhoso saber que há um novo tempo preste a nascer,
E mesmo que continuemos no mesmo trabalho,
Com as mesmas amizades,
Com o mesmo amor,
É inquestionável a esperança que brota em nossos corações...
Um sentimento de que a vida vai melhorar,
De que nossas idealizações tomarão um rumo,
Enfim, um tempo de mudanças e conquistas.

Este, o meu anseio,
O seu
O nosso...
De que 2010 seja deveras nota 10.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Sepultamento


O nosso amor,

Assim como as flores,

Morreu...

As pétalas secas, murchas, caídas,

Recordam meu coração desamparado.

Tuas angústias são como os espinhos

Que por ora tentei retirar...

E continuam ali, nas rosas,

Aguardando o seu destino, o seu fim.

Amor que um dia foi como essas rosas em vida.

Amor que um dia me manteve enlaçada,

Louca, desvairada...

Amor eterno e infinito que hoje acabou depois de cruzar a segunda esquina.

É preciso chorar as lágrimas que restaram

É preciso sair do discurso passado

Assassinar os últimos sonhos

Para que se possa enterrá-los com as primeiras desilusões.

Vamos sepultá-los!

Pegarei um punhado daquela areia negra, que virou lama,

E jogarei sobre esse túmulo

Sinal de último esforço diante desta vida insana.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Dor...

Quão grande é essa dor infinita e eterna
Que corrói o peito e vai soprando a alma pra bem longe.

Dor demasiada e angustiante
Com sentido confuso
E capa transparente
Conteúdo aglomerado,
Misturado,
Diverso.

Dor larga e profunda
Invasora, insana e inescrupulosa
Assassina, de má índole;

Dor fervorosa
Sorridente e eficaz,
Rápida destruidora de sonhos,
Desapegada a idealizações.

És forte e preponderante,
Destemida e impactante.
Tens a firmeza de uma rocha
E a segurança diabólica
Arrasando as construções “perfeitas”

Ah dor!
Quero tua ausência,
Teu fim,
Teu não-existir.

Ser tudo ou nada.

A vergonha do que fui

Supera a vergonha do que sou

Porque o que sou

É o resultado do que fui

Resta-me o resultado do que serei:

Mórbida,

Inerte,

Incrédula...

E o que vier será lucro.

Minh’alma resistirá ao TUDO

Mesmo sabendo que o tudo por vezes é NADA.

E sendo NADA, impossível ser TUDO.

O importante é ser um só.

Mesmo que ser único signifique ser vários,

Insistirei em ser uma apenas.

Para que, assim, ninguém tenha dificuldade de encontrar-me.

Só eu tenho esse direito

De perder-me quando for necessário,

Ou, quando, simplesmente, eu achar por bem perder-me...

E, nessa hora, infeliz de quem ousar encontrar-me,

Farei questão de desunificar minha alma,

Para esconder-me debaixo das máscaras,

Máscaras fixadas em meio ao nada...

Sempre prontas a me receber.

Repito: este o meu futuro...

Ser um apenas,

Mesmo que ser um signifique ser vários...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Alma suja

De tão pequeno e mesquinho
Perdeu-se no esgoto ao tentar um mergulho acrobata...
Engolindo a lama podre
Engasgando-se com a água negra
Sentindo a dor do impulso da queda
Foi morrendo gradativamente...

A multidão caminhava por cima do bueiro
Ninguém imaginava o que havia por baixo dali
Era pequeno demais para se perceber a olho nu.

O mundo não parou!
Os pés pisavam o cimento que o cobriam.
O velhinho, com sua banca de bombons,
Cuspia aquele buraco, seu vizinho.

O pequeno afogou-se.
Boiou junto aos moradores daquele lugar...
Inteiramente na sarjeta,
Ninguém o viu
E nem verá.

Ela sobre ele e vice-versa...





Ele, tranqüilo, amoroso, suave e encantador, guarda dentro de si uma tristeza inexplicável, que aos poucos começo a desvendar...


Ela se preocupa com coisas que vão além de suas forças, ela precisa encontrar um caminho melhor a seguir, ela precisa desafogar o peito.


Ele é cauteloso, dedicado, apreciador de todas as coisas e pessoas, capaz de confundir e, ao mesmo tempo, explicar. Amante incondicional da vida!


Ela brilha como um raio de sol, ela sente o inevitável, ela procura o velho em coisas novas, ela procura aquilo que precisa sentir e é isso que a mantém acesa.


Ele na sua simplicidade torna-se grande, na sua humildade torna-se soberano, com seu sorriso alegra o espírito de quem estiver perto...com seus lábios consegue proferir as melhores palavras... não as que se quer ouvir, mas as que se deve ouvir...


Ela fala sobre a minha humildade, mas ela é gentil, ela sabe te conduzir, adora jogos de amor, se sente nas nuvens, ela precisa realmente ser amada...

A saudade de um dia...

A saudade é para os fracos!
Tens saudade de mim?
Então tens pensamento incoerente
Ou não me amas como deverias.
Absurdo isso!
Chega a ser irritante.

Pois eu não tenho saudade de ti.
Simplesmente porque nunca estás ausente.
Só posso ter saudade do que não está presente.
Ora,
Acorda!
Você está 24 horas dentro de mim!

Perdição

Tentando compreender o incompreensível perdi-me.
E nessa perdição resolvi ficar e viver
Como se nela pudesse um dia encontrar a salvação.

E assim fui vivendo...
Esqueci de mim, lembrei de você,
Pensei nela, busquei outros...
Em nada acreditei.

Desisti de tentar encontrar solução,
Ali permaneci,
Na perdição...
Sem forças pra voltar,
E sem lembranças de onde era o princípio...

Você...




Doce e raro surgiu como o sol entre nuvens escuras...
Com olhar centralizado no tempo
E as palavras retiradas do coração
Vai moldando o ser que se apresenta de maneira, tantas vezes, inexplicável.
Sua alma, retalhada e costurada, busca a cada instante renovar-se...
E com seu sorriso consegue transmitir a simplicidade existente por trás da grandeza...
És belo não pelos olhos ou pela boca maravilhosa que Deus lhe deu,
És belo pela natureza do seu espírito e pela imensa bondade que carrega no peito.
Seu coração, de tão grande, nem cabe nesse mundo,
Por isso, tantas vezes viaja, procurando mais espaço.
Consegues transmitir uma paz inigualável,
Consegues ser o que queres ser, no momento que desejas...
Por isso acredito em você!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Folha em branco

Como uma folha em branco
Entrego-me a ti.
Pronta para ser escrita,
Rabiscada,
Desenhada,
Preenchida.

Deixarei que construa em mim
A história mais bela
Mais perfeita
E mais sonhada.

Ficarei à mercê do vento
E de você.
Pronta para obedecer.

Sou tua.
Simplesmente tua.
Aguardando ser tomada
E preenchida.

Se fechar os olhos
Posso sentir teus dedos
Percorrendo minha face branca
Preparando-se para escrever em mim
As palavras tão esperadas.

Escreve em mim!
Estou esperando...
Mal posso ver a hora
De sentir você rabiscar meu corpo
Com tintasAzul e branco.

Pois, com certeza,
Quando se aproximares,
Deitar-me-ei sobre as nuvens
E me sentirei no céu.

O vidro

Há um vidro...
Um vidro que separa os dois lados.
Tento em vão alcançar-te,
Tocar-te,
Aproximar-me,
Mas o vidro é resistente demais...

Você do outro lado,
Com seu sorriso,
Sua alegria,
Seu balbuciar...

Em vão tento ler seus lábios,
Tocar seus lábios,
Sentir seus lábios,
Mas o vidro é frio
E começo a me desesperar...

Triste destino,
Vidro infinito,
Nenhuma passagem secreta à vista...
Quanto terei que caminhar
Na tentativa de encontrar
uma falha nesse vidro?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Ela

Deveria viver coerentemente o amor,

Caminhar com passos firmes,

Ouvir e falar palavras desejadas,

Cantar por ser amada,

Subir no andar da maturidade...

Mas, de tão ousada,

Fez o contrário:

Questionou o amor,

Embebedou-se no meio do caminho,

Duvidou de sentimentos puros,

Gritou com os inertes,

Lutou por dignidade,

Subiu no prédio da vida plena,

Pulou do andar da responsabilidade,

Caiu no mar da insanidade,

Mergulhou sem dó, nem piedade,

Afogou-se com sorriso nos lábios,

Suspirou deixando uma imensa saudade,

E foi viver no mundo da LIBERDADE...

Lá, tudo é perfeito,

Cada pessoa convive alegremente com a imperfeição,

Todos têm a liberdade de deitar nos ombros umas das outras,

Sorrir alto,

Gritar na rua,

Andar de cara limpa...

Lá, as pessoas caminham descalças,

Se entregam sem medo,

Falam o que querem,

Fazem o que podem,

E nunca finalizam os deveres de casa.

Lá, todo mundo ri até chorar,

E todo choro acaba em riso...

O sofrimento dura segundos,

A canção toca eternamente,

As pessoas dançam sem parar...

Enfim, só no Mundo da LIBERDADE

Há uma possibilidade de se encontrar a tão idealizada,

Sonhada,

Desejada,

FELICIDADE!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Insensibilidade


O sentir perdeu o sentido,

Frieza e insensibilidade vão ocupando seus grandes espaços.

Não há porque empolgar-se diante de grandes façanhas,

Tudo é comum,

Sem graça.

E a vida vai se tornando repetitiva,

A mesma atividade no mesmo horário de todos os dias...

Mesmo rosto,

Mesmas idéias,

Nada de renovação.

Quem, por um acaso, ousar roubar essa “tranqüilidade”,

Com um grito, talvez,

Arderá no mármore da exclusão

E será apelidado negativamente de sonhador,

Idealista,

Incapaz...

Abaixo os sensatos,

Organizados,

Cautelosos,

Puristas...

Viva os desapegados,

Loucos,

Amantes da vida!

Chega dessa linearidade absurda,

Angustiante,

Cortante...

Vivamos!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Um brinde

Hoje vou oferecer um brinde...

Um brinde aos que beijam e sorriem a cada encontro,
Aos que abraçam e gemem na despedida,
Aos que, mesmo chorando, são capazes de sorrir...
Aos que, mesmo sorrindo, são capazes de fazer brotar as lágrimas mais cobiçadas...

Ofereço um brinde aos que dizem a verdade segurando as mãos,
Aos que fazem análise sem receber pagamento.
Aos que ouvem, mas também sabem falar,
Aos que magoam e que também sabem perdoar...

Hoje quero festejar com as mais profundas palavras
A alegria de poder brindar a existência...
Existência de pessoas fiéis,
Companheiras,
Intensas...
Capazes de enxergar a vida com a luneta mágica da bondade...

Quero brindar àqueles que me deixam saudades quando longe,
Que me trazem felicidade quando perto,
Àqueles capazes de aquecer as noites mais frias,
E amenizar o calor das noites mais quentes...

Hoje desejo isso apenas:
Um brinde aos que posso, com orgulho,
Tê-los sempre ao meu lado...
Agradecendo-lhes, com esse gesto,
O que me doam sem limites
E que a recebo como a maior das preciosidades:
Que é a verdadeira amizade!


sábado, 11 de outubro de 2008

Concha da Inércia

Tantas vezes estática
Observando o tempo passar
Como se o tempo fosse algo concreto
Capaz de enxergar meu eterno aceno.

Sentada à beira-mar,
À beira-rio,
À beira-avenida,
À beira-tudo,
Só para observar o mundo caminhar.

Invisível aos olhos dos que agem
Pernas pesadas para andar,
Mente estática, mas tranqüila,
Esperando a o melhor momento de ultrapassar...

Ultrapassar a beira....
Beira-rio
Beira-avenida
Beira-tudo
Beira-mar.

Matéria desobediente ao espírito,
Discurso que se perde a cada gesto,
Impossível feição de angústia ou felicidade,
O mundo não incomoda mais.

Observar...apenas observar...
O velhinho que passa,
O jovem que dança,
A menina que chora...

O que importa?
Minha inércia continua
Nem felicidade, nem infelicidade me angustiam,
O mundo continua a girar.

Labirinto

Labirinto
"Labirinto" me reporta a curvas, traços sinuosos de uma curva em volta de si mesmo, sensualidade sombreada por uma muralha de tijolos de pano, vestes que escondem, protegem mas também aprisionam...rs"